sábado, 13 de novembro de 2010

Ciclismo Adaptado

Nas provas de ciclismo os atletas agrupam em 3 divisões de acordo com as suas respectivas federações internacionais.
Os portadores de paralisia cerebral (PC), competem nas modalidades contra relógio individual. Os deficientes visuais e os cegos competem formando um par com um piloto vidente, e disputam provas em estrada e contra relógio pôr equipes. Os atletas amputados ou com incapacidades locomotoras permanentes, disputam provas em estradas utilizando as mais diversas adaptações em suas bicicletas.
As provas para (PC) são unicamente contra relógio. Os atletas participam individualmente e os itinerários são fechados, com curvas de raio mínimo de 12 metros onde deve ser observada uma pista perfeitamente pavimentada. O percurso deve ser sinalizado com uma linha longitudinal pintada no centro, para servir como guia ao atleta. Se a incapacidade do ciclista for muito grande se utilizam triciclos especiais para este esporte.
As provas que participam deficientes visuais e cegos são circuitos de estrada ou pista. A única adaptação é o uso de (tandems), bicicleta com 2 assentos com um piloto vidente que serve de guia.
De acordo com as suas deficiências os ciclistas são agrupados da seguinte forma:
4.1 - ciclista com paralisia cerebral:
Divisão 2 : comprometimento importante no equilíbrio. competição em triciclo.
Divisão 3 : pouca afetação. competição em bicicleta

CICLISMO PARAOLÍMPICO

Este desporto destina-se a atletas com paralisia cerebral, deficientes visuais e amputados, nas categorias feminina e masculina, individual ou por equipas, usando bicicletas e bicicletas adaptadas, que em vez de se pedalar com os pés, se pedalam com as mãos, (paralisados cerebrais, segundo o grau de lesão). Atletas cegos competem em bicicletas duplas, com um guia. As regras são as mesmas do ciclismo convencional, mas com pequenas alterações, relativas à segurança. As provas dividem-se em: estrada, velódromo e contra-relógio.
FONTE:WIKIPÉDIA

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Por que o Ciclismo Salva Vidas

Não é difícil convencer as pessoas a andar de bicicleta em um país com tanta chuva e frio?



As pessoas falam sobre o tempo ruim, as distâncias, e assim por diante. Mas mesmo que haja alguns problemas, há muitas coisas positivas que as pessoas não percebem sobre o ciclismo, como economizar dinheiro, tempo, mais liberdade e benefícios substanciais para a saúde. Há muitos mitos sobre o ciclismo que não são mais verdadeiros.
Vamos falar destes mitos: Primeiramente, andar de bicicleta é trabalho duro. Como você abordaria esta frase? Isto pode ser verdadeiro quando você começa, mas a maioria das pessoas vão perceber que elas ganham força depois de algumas semanas. Você pode simplesmente começar com uma marcha mais leve e ter uma viagem agradável.

Número 2: A distância para o meu trabalho é muito grande para ir de bicicleta. Muitas pessoas pensam que cinco quilômetros é muito distante. Mas quando nós lançamos a campanha “De bicicleta para o trabalho” aqui na Islândia, muitas pessoas ficaram surpresas que não era nenhum problema ir de bicicleta por aqueles cinco quilômetros todos os dias, e o tempo gasto era menor do que anteciparam.

Número 3: Andar de bicicleta é perigoso.
Com freqüência, as pessoas pensam que o trânsito é intimidador e barulhento, e já ouviram falar sobre acidentes. Mas as estatísticas que dizem que andar de bicicleta é mais perigoso do que conduzir um carrotêm por base o quilômetro rodado, o que não é uma comparação justa.
As pessoas não irão tão longe de bicicleta quanto de carro, assim, o que você deve comparar é o perigo baseado por hora ou por viagem. E então não há na prática nenhuma diferença entre o perigo de ir de bicicleta ou de carro. E naturalmente os ciclistas oferecem um perigo muito menor para as outras pessoas. Se andar de bicicleta substitui a condução de carro para distâncias curtas e médias, nós temos um trânsito mais calmo e todos nós ficaremos mais seguros.




Número 4: Toma muito tempo.
Você é mais rápido em uma bicicleta do que você pensa. Em muitas cidades ao redor do mundo, houve competições simuladas durante as horas de pico entre modalidades de transporte diferentes e é muito raro que o ciclista não ganhe.
Nós fizemos uma competição aqui em Reykjavik nas horas de pico da manhã, e o ciclista foi substancialmente mais rápido do que o motorista de carro e a pessoa que foi de ônibus.



De que outra forma você convence as pessoas a andar de bicicleta?
Estacionar na Islândia é na maioria das vezes de graça, e isto leva a muitos problemas. Alguém tem que pagar pelos custos de um serviço barato. Assim, em vez de pagar para expandir seu estacionamento, duas companhias de Reykjavik decidiram reduzir a demanda para estacionar oferecendo as pessoas algum dinheiro para não usar os espaços de estacionamento.

Eles pagam as pessoas o equivalente a um passe de ônibus mensal. Todos os que não usam o estacionamento recebem este pagamento, não importando se vão a pé, de bicicleta, usem o transporte público ou uma carona com um colega de trabalho.

Nós devemos seguir o exemplo britânico. A campanha “Ande de bicicleta”, na Inglaterra, recebe inscrições das escolas para dar cursos de ciclismo para seus alunos e ensinar habilidades que melhoram a segurança. As crianças são ensinadas a andar de bicicleta no "trânsito normal". Sentem-se mais confiáveis e seus pais ficam menos receosos. Tais lições podem ser úteis mesmo para ciclistas adultos habituados.

O que mais teria que mudar para que andar de bicicleta se torne mais atrativo?
Eu acho que nós precisamos de uma mudança em perspectiva e como os políticos e os funcionários públicos falam sobre a segurança, a saúde e o ciclismo. A mensagem mais visível sobre o ciclismo de muitos governos, companhias de seguros e ONGs, tem sido a de ressaltar que os pedestres e os ciclistas deveriam prestar mais atenção nos carros e se comportarem com mais “responsabilidade”.

Isto geralmente significa “encurralar” os ciclistas no trânsito; fazer com quem usem roupas chamativas, dispositivos de alta visibilidade e capacetes brilhantes. Isto tudo faz sentido de certa maneira, mas não é o ciclista, e sim os carros em alta velocidade que são perigosos.

Estas mensagens negativas também ofuscam a mensagem positiva de que andar de bicicleta e caminhar é saudável, eficaz em termos de custo, e rápido. Isto deve ser mudado; os carros é que são o elefante na loja de porcelana e não o contrário. Se menos pessoas vão de bicicleta isto geralmente significa menos segurança para todos os ciclistas, menos atividade física e dessa forma uma saúde pública mais pobre, mais poluição dos carros. Os políticos e o público deveriam promover o ciclismo com significados mais positivos e introduzir limites de velocidade mais baixos. 30 km por hora deveria ser a norma para grandes e pequenas cidades. 
Agora é difícil encontrar uma rota que seja segura. Você pode tanto andar de bicicleta em uma rodovia carregada para trabalhar ou pode usar um mapa e explorar a sua maneira. Dessa forma você provavelmente acaba em uma rota que seja 30 por cento mais longa do que a que os carros usam.

Então você acha que é uma questão de política pública e não de decisão do indivíduo?
A política podia ajudar. Os usuários de carros, por exemplo, conseguem muitas coisas de graça; os ciclistas não conseguem favores similares. Há subsídios para dirigir carros, como estacionamento de graça. Os ciclistas raramente recebem subsídios. E para algumas pessoas parte de seu salário é para conseguir um carro, é como um aumento de salário. Se você está usando uma bicicleta, você não consegue tais benefícios. No entanto isto está mudando, por exemplo, no Reino Unido, na Noruega, e certamente na Islândia. 

Você mencionou os benefícios que o ciclismo traz para a saúde; realmente tem tal impacto?
A Organização Mundial de Saúde publicou uma ferramenta chamada
HEAT for Cycling que permite que os governos avaliem as economias a partir do ato de andar de bicicleta, economias resultando da mortalidade reduzida ou menos obesidade. Está disponível na Internet.
As várias doenças como doenças cardíacas e diversos tipos de câncer são menos predominantes entre as pessoas que andam de bicicleta. Em um estudo feito na Dinamarca onde 30.000 pessoas foram acompanhadas por 14 anos, entre aqueles que praticavam o ciclismo a possibilidade de morte durante esse período era 30% menor do que entre aquelas que não praticavam.Pelo menos duas cidades, Odense, na Dinamarca e Grimstad, na Noruega, viram economias imediatas no sistema de saúde, em conseqüência da promoção bem sucedida do ciclismo durando alguns anos.


Editor: Thilo Kunzemann
Data da Publicação: 4 de março de 2010

Fonte:Allians



terça-feira, 28 de setembro de 2010

10 regras do pelotão


  1. Ande em linha reta. Jamais faça zig-zag desnecessário.
  2. Avise buracos e perigos. Sempre.
  3. Jamais pare bruscamente. Avise sempre que precisar frear.
  4. Nos sinais fechados e cruzamentos, cuidado dobrado. A aceleração após o obstáculo deve ser suave.
  5. Não pegue vácuo de caminhões, carros, vans ou qualquer coisa que tenha motor. Se você andar na frente à custa disso, será desprezado.
  6. Se você é iniciante vá para a parte de trás e procure aprender. Dedique vários pelotões a esse aprendizado. Se você é veterano, informe e oriente.
  7. Mantenha a gentileza. Alguma coisa pode dar errado e nem sempre gritar e brigar resolve.
  8. Se você está afogado ou atrás de um, muito cuidado. Muitos acidentes acontecem por quê os ciclistas perdem os reflexos quando o ar falta.
  9. Se cortar caminho ou entrar no meio, por qualtquer motivo, nunca sprint no final.
  10. O maior mandamento do pelotão é voltar para casa são e feliz. Nada é mais importante do que isso

BMX

Criado na década de 70 nos Estados Unidos, quando a molecada imitava os ídolos do MotoCross, o BMX, ou Bici Moto Cross, se consagra agora como o mais novo esporte olímpico. Divida em BMX Race e BMX Freestyle, o BMX é uma das modalidades mais emocionantes do ciclismo. As corridas de BMX, ou BMX Race, são realizadas em pistas especiais de terra, com muitas ondulações, obstáculos e curvas. As provas duram menos de um minuto e ganha quem chegar primeiro. Praticada nos half-pipes, uma das mais eletrizantes variações do BMX Freestyle, é o BMXVertical! O vertical é mundialmente adorado pelas suas manobras incríveis e arriscadas como o flair, 540, tail ip, e o raríssimo 900, eternizado por Mat Hoffman, a grande lenda do BMX. Pura vertigem e emoção!

Free Ride

Free Ride, literalmente pedalar com liberdade. O Free Ride pode ser urbano, desafiando ruas e obstáculos da cidade.Na natureza, enfiado em trilhas e montanhas ou nas pistas especiais, as Bike Parks, com rampas e obstáculos alucinantes. O Free Ride reflete praticamente todas as modalidades do moutainbike, com as descidas do downhill, a exploração do Ciclo Turismo, o rolê do Cross Country, e as manobras do Trial e do BMX. Porém o negócio aqui é essencialmente a liberdade. Andar com os amigos, aprimorar o domínio sobre a bike e se divertir muito e sem compromisso.Cada um fazendo o que sabe e tentando o que ainda não sabe. Simplesmente pura atitude e diversão. 

Trial

Inspirada no Trial de motocicletas, o bike Trial é pura habilidade e equilíbrio. Nas competições de Trial, o biker tem que desafiar sessões de obstáculos sem apoiar o pé no chão. Se encostar em algum lugar perde pontos e ao final do campeonato, quem tiver menos faltas, se consagra o campeão. As bikes de Trial normalmente usam quadros e aros menores, peças leves, freios potentes e pneus bem mais vazios para a bike "quicar" melhor nos obstáculos. Puro equilíbrio e concentração.